Gerar último aviso a Booking.com (Gratuito)

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Direito Civil aplicável
Calculadora de prazos integrada
PDF e Texto precisos
100% Gratuito

O primeiro prazo estabelecido expirou sem qualquer resposta ou pagamento? Para poder imputar à Booking.com os custos de outras vias legais (como advogado, agência de cobranças ou processo judicial), deve colocar formalmente o fornecedor em mora (incumprimento). Utilize o nosso gerador gratuito para o seu aviso final.

Importante: Estabelecer o último prazo! Para reclamar indemnizações por despesas de advogado ou juros, este último passo ("Notice of Default" / "Constituição em Mora") é estritamente necessário. O aviso deixa claro que, no caso de um novo incumprimento do prazo, irá recorrer a apoio jurídico externo (Centro de Arbitragem, Advogado, etc.) a expensas da outra parte.
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Dica: Nunca mais ande atrás do seu dinheiro

Sabia que? Se reservar serviços de viagem (voos, hotéis, aluguer de carros) com determinados cartões de crédito premium, em caso de recusa de reembolso, pode muitas vezes simplesmente recuperar o seu dinheiro através do chamado processo de Chargeback (estorno) através do seu banco, sem ter de discutir infinitamente com o serviço de apoio ao cliente.

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1. Contraparte (Já preenchido)
2. A sua reivindicação original
3. Os seus dados & informações bancárias

Ao clicar em "Gerar PDF", compreende que este serviço automatizado
não constitui aconselhamento jurídico e que apresenta o pedido sob a sua inteira responsabilidade.

Por que razão e quando devo colocar a Booking.com em mora?

Quem exige o reembolso de uma empresa como a Booking.com após uma viagem cancelada, um grande atraso num voo ou problemas graves, depara-se muitas vezes com um muro de silêncio. Respostas automáticas, clientes deixados à espera e tempos de processamento intermináveis são, infelizmente, uma prática comum no setor das viagens. É precisamente aqui que entra o instrumento da notificação e constituição em mora.

O significado jurídico: Nacional e Internacional

Independentemente de o seu contrato se reger pelo Direito da UE (como o Regulamento 261/2004 sobre os direitos dos passageiros aéreos ou a Diretiva sobre viagens organizadas), pelo Direito britânico (Consumer Rights Act) ou pelo Direito dos contratos dos EUA (Breach of Contract): Os princípios fundamentais do Direito Civil são muito semelhantes a nível internacional. Antes de poder avançar com outras medidas legais, deve dar ao devedor um prazo suplementar formal e final (frequentemente designado por Notice of Default a nível internacional, ou Interpelação Admonitória/Constituição em Mora).

Com o termo deste prazo final, ocorre a chamada mora do devedor. A partir deste momento, a Booking.com é legalmente responsável pelo atraso.

Quem suporta as despesas com o advogado?

A principal razão para um aviso escrito e comprovável é a assunção dos custos subsequentes. Desde que uma empresa não esteja em mora, muitas vezes tem de suportar os custos de um advogado ou de uma agência de cobrança de dívidas por si próprio. No entanto, se o fornecedor estiver em mora, os honorários de advogados e as custas judiciais constituem geralmente uma indemnização por danos de mora. A contraparte tem então não só de liquidar o seu crédito inicial, mas também de pagar os honorários do seu representante legal.

Alternativa: Centros de Arbitragem (RAL)

Se a Booking.com também não responder a este último aviso, tem a possibilidade, em muitos países ocidentais, de recorrer a Centros de Arbitragem (Alternative Dispute Resolution) gratuitos. Em Portugal, isto é tratado, por exemplo, pela ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil) no caso de voos, ou pelos Centros de Arbitragem de Conflitos de Consumo em geral, no Reino Unido pela CAA e nos EUA pelo Department of Transportation (DOT). Uma cópia do aviso enviado é muitas vezes considerada aqui como um requisito obrigatório para abrir um processo, uma vez que prova que tentou chegar a um acordo amigável de antemão.

Aqui encontra mais informações:
Se a Booking.com não responder dentro do prazo de 14 dias, pode recorrer gratuitamente ao(à) Resolução de Litígios em Linha (Plataforma RLL) .

Informações específicas e FAQ sobre a Booking.com

Particularidades do fornecedor

Dica: guarde capturas de ecrã da descrição original do hotel, pois esta é muitas vezes alterada posteriormente online. A Booking.com classifica internamente reclamações e avaliações por grau de urgência – uma carta de interpelação por via postal, com um prazo claro, costuma ser tratada com maior prioridade do que uma nova mensagem através do chat de apoio, já que é formalmente entendida como uma interpelação.

A Booking.com transfere a responsabilidade para o hotel – o que fazer agora?

Os portais de reserva remetem com frequência para o hotel no local. No entanto, tratando-se de erros de intermediação ou de características garantidas na própria plataforma, a Booking.com continua a ser o seu interlocutor. Fixe um último prazo.

Quanto tempo tenho para apresentar uma reclamação junto da Booking.com?

Em princípio, aplica-se o prazo civil geral de três anos a contar do final do ano em causa. Tratando-se, no entanto, de uma viagem organizada reservada através da Booking.com (por exemplo, um pacote combinado de voo e hotel), aplica-se antes o prazo mais curto de dois anos previsto no direito das viagens organizadas. Reclame, por isso, sempre por escrito, o mais cedo possível.

A Booking.com só responde com textos automatizados – o que posso fazer?

Insista, na sua carta, numa resposta individual e de fundo sobre o seu caso concreto, fixando um prazo claro de 14 dias. Não havendo resposta de fundo por parte da Booking.com, documente toda a correspondência de forma completa e dirija-se depois à Plataforma de Resolução de Litígios em Linha da UE.

Qual é a melhor forma de enviar o aviso?

Para poder provar, em caso de dúvida, que a Booking.com recebeu o aviso, não deve confiar apenas em formulários de contacto ou e-mails. Idealmente, deve enviar o documento gerado como carta registada com aviso de receção (ou como "Registered Mail" no envio internacional). Guarde o recibo de envio e uma impressão da carta num local seguro.

Especialização em Direito das Viagens e Direitos dos Passageiros

Os nossos guias e geradores baseiam-se na análise rigorosa dos regulamentos atuais da UE (como o CE 261/2004), na jurisprudência aplicável e no Direito nacional do Turismo. São desenvolvidos pelo Marc (Diretor do Projeto) e pela sua equipa para permitir que os viajantes façam valer os seus direitos perante companhias aéreas e operadores turísticos de uma forma legalmente segura.

Nota importante: As nossas ferramentas oferecem apoio ao auto-socorro em caso de atrasos em voos, problemas em hotéis ou cancelamentos de comboios. Não substituem o aconselhamento jurídico individual por um advogado.

Saber mais sobre a metodologia legal e a redação →

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💡 Encontrou um erro na ferramenta? Como somos um portal automatizado e não prestamos aconselhamento jurídico individual, é-nos de enorme utilidade que nos reporte bugs ou fornecedores desatualizados: Enviar feedback à nossa equipa.

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